bullet_institucional Sobre o OGMO

Com base na lei n° 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, os operadores portuários deveriam constituir, em cada porto organizado, um órgão de gestão de mão-de-obra do trabalho portuário, com a finalidade de administrar o fornecimento da mão-de-obra do trabalhador portuário e do trabalhador portuário-avulso, promovendo o treinamento e a habilitação profissional do mesmo. Assim, em 20/12/1994, começaram as tratativas, sugestões e debates a respeito das negociações para implantação do OGMO. Em 15/05/1995 o comandante Milton de Almeida tomou posse como Diretor-Presidente.

Em abril de 2010, foram aprovadas mudanças no Estatuto Social do OGMO-Santos, em Assembleia Geral Extraordinária. Desde então, o cargo de Diretor Presidente foi extinto. A mudança foi por conta do atual sistema de gestão do OGMO-Santos, que permite o acompanhamento de suas funções pelo colegiado de diretores, sem que um alto executivo do setor tenha que, individualmente, sacrificar a sua rotina profissional.

 

bullet_institucional Conheça nossos valores

bullet_institucional2 Princípios

Ética , Comprometimento, Independência, Transparência, Flexibilidade, Inovação.

bullet_institucional2 Negócio

Ofertar mão de obra portuária gerida com base na Lei de Modernização dos Portos e em princípios atualizados de qualidade.

bullet_institucional2 Missão

Administrar e fornecer profissionais treinados, capacitados e habilitados, visando a excelência da mão de obra utilizada nas operações do Porto de Santos.

bullet_institucional2 Visão

Ser a referência na gestão de mão de obra portuária.


bullet_institucional Organograma


Clique aqui para fazer o download do organograma

bullet_institucional  Principais atribuições


I - administrar o fornecimento da mão de obra do trabalhador portuário e do trabalhador portuário avulso;
II - manter, com exclusividade, o cadastro do trabalhador portuário e o registro do trabalhador portuário avulso;
III - promover o treinamento e a habilitação profissional do trabalhador portuário, inscrevendo-o no cadastro;
IV - selecionar e registrar o trabalhador portuário avulso;
V - estabelecer o número de vagas, a forma e a periodicidade para acesso ao registro do trabalhador portuário avulso;
VI - expedir os documentos de identificação do trabalhador portuário;
VII - arrecadar e repassar, aos respectivos beneficiários, os valores devidos pelos operadores portuários, relativos à remuneração do trabalhador portuário avulso e aos correspondentes encargos fiscais, sociais e previdenciários.
 

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